Em reunião com o governador de Santa Catarina, Carlos Moisés da Silva, a Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) manifestou sua preocupação com os impactos que os decretos 1860 e 1867, assinados nos dias 26 e 27 de dezembro, causarão à indústria catarinense, com a revogação de incentivos à economia. O presidente da entidade, Mario Cezar de Aguiar, destacou que tais medidas revogam incentivos fiscais e, assim, atingirão negócios celebrados e aumentarão preços dos produtos de primeira necessidade para o consumidor final. A incidência do ICMS será elevada de 41% (como é o caso do GLP) a até 142% (leite em pó ou misturas para bolos). Moisés prometeu levar o tema ao comitê criado pelo governo para tratar do assunto. A vigência dos novos índices de ICMS se inicia em abril.

Aguiar esteve acompanhado pelo primeiro vice-presidente da FIESC, Gilberto Seleme; pelo presidente da Câmara de Assuntos Tributários da entidade, Evair Oenning, e pelo diretor institucional da Federação, Carlos José Kurtz. Eles solicitaram a revogação dos decretos e sugeriram que eventuais aperfeiçoamentos sejam construídos pela via do diálogo entre o governo e o setor produtivo.

Ainda no encontro, Aguiar defendeu a ampliação dos investimentos em infraestrutura e entregou a agenda da FIESC que contém as demandas do estado em todos os modais de transporte, tanto no âmbito estadual quanto federal, considerando as matrizes: planejamento, investimento e política e gestão. Entre as prioridades estão: a conservação e manutenção preventiva e rotineira das rodovias, humanização das rodovias catarinenses, planejamento sistêmico e integrado e Garantia de recursos mínimos em 2019 para obras rodoviárias.

 

Fonte: CRC SC

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